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CÂMARA ENTREVISTA - Dona Olga Fujiko fala de sua trajetória na Associação Nipo-Brasileira de Catanduva

por Tiago Lotto publicado 28/02/2026 10h40, última modificação 28/02/2026 15h54
Falar da colônia japonesa em Catanduva é impossível sem citar o nome de Olga Fujiko, uma das primeiras famílias a chegar na cidade. Filha de japoneses, ela conta sua história quando chegou: não falava português e, quando criança, sofria bulling porque só sabia falar japonês.

Um exemplo de dedicação, coragem e amor às raízes. Aos 85 anos, a senhora Olga Fujiko é um dos grandes nomes da história da colônia japonesa em Catanduva. Ex-presidente da Associação Esportiva e Cultural Nipo Brasileira de Catanduva por vários anos, ela se tornou referência na gestão da entidade e no fortalecimento da cultura nipo-brasileira no município.

Filha de imigrantes japoneses que vieram do Japão para o Brasil, Dona Olga cresceu em meio aos desafios da adaptação. Seus pais enfrentaram dificuldades com a língua portuguesa e com os costumes de um país tão diferente. Ainda criança, ela aprendeu a falar japonês em casa — e, ao ingressar na escola, também precisou superar barreiras para aprender o português. Na entrevista, Dona Olga relembra as dificuldades, as conquistas e os valores que moldaram sua trajetória. Ela fala sobre a vida em Catanduva, a importância da família, o orgulho das origens e o trabalho incansável à frente da associação, contribuindo para preservar tradições e unir gerações.

Uma história emocionante que inspira pelo exemplo de perseverança, liderança e compromisso com a comunidade. Assista à entrevista completa no YouTube e conheça o legado de Dona Olga Fujiku. Basta clicar no link abaixo!